"Quem me dera ser leal, discreto e silencioso como minha sombra" (Dom Helder Câmara).

sábado, 30 de dezembro de 2017

Calendário paroquial 2017 – Paróquia de Santo Afonso (Fortaleza – Ceará)

 Os principais eventos da Paróquia de Santo Afonso Maria de Ligório, em Fortaleza – Ceará, organizados pelos movimentos e pastorais  para o ano de 2017.

















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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Livro: Rezar com Dom Helder

Pe. Geovane Saraiva lançou seu novo livro,  na Comunidade da Cruz Missionária,
 após a missa do setor 7,  no dia de seu aniversário, 30/10/2015,
Parquelândia - Fortaleza - CE.
A lavra literária do pároco de Santo Afonso, na sua nona  obra.
Nosso novo livro já se encontra na Paróquia Santo Afonso, 
Avenida Jovita Feitosa, 2733 - Cep. 60455-410, 
telefone (85) 32238785 - Parquelândia, Fortaleza - CE.
 Nosso muito obrigado e forte abraço!


Pe. Geovane Saraiva com Dom Helder, na Catedral de Brasília,
 em julho de 1980, aguardando o Papa João Paulo II.


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sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Conduzidos pela mão de Deus

Padre Geovane Saraiva*
Passamos por tempos difíceis e esperamos que a mão do Senhor possa nos conduzir neste mundo com segurança, como na assertiva de Dom Helder: “Quando houver contraste entre a tua alegria e um céu cinzento, ou entre a tua tristeza e um céu em festa, bendiz o desencontro, que é um aviso divino de que o mundo não começa e nem acaba em ti”. Somos chamados a acolher os dons do Espírito de Deus e, com bons olhos, a perceber as dores, angústias e necessidades dos que carregam cruzes pesadas, mas, paradoxalmente, contam com um Deus que é Pai, que, didaticamente, não dispensa o esforço humano, o de mostrar ao mundo os sinais da Sua presença, quando se busca generosidade, justiça e paz.

Imagem relacionadaO nosso outubro missionário aponta para cada criatura humana, imagem e semelhança de Deus. Sendo assim, que os nossos louvores cheguem ao Deus de misericórdia, na sua bondade infinita para conosco, que, ao descer do céu e se fixar no meio de seu povo, garantiu-nos a salvação. Da nossa parte cabe dizer um muito obrigado pelo dom da promoção do mês missionário por parte da Igreja e, igualmente, rendermos graças a Deus por esse generoso trabalho realizado em toda a extensão da Terra.

Deus nos dê a graça da compreensão do único e necessário à nossa vida: viver com ardor o Evangelho de Jesus, sendo fermento de renovação, sem nunca nos distanciarmos da cruz santa do Senhor, dando a entender que temos o mundo como missão. A Igreja Católica é, na sua essência,  missionária, e jamais pode prescindir da sua missão e muito menos se fechar em si mesma, diante do clamor humano, apelando para uma causa missionária: “Ide pelo mundo inteiro e pregai o Evangelho a toda criatura” (cf. Mc 16, 15).

Deus, ao revelar seu plano de amor e ternura para com os pobres, doentes e pecadores, sem se esquecer dos fracos, pequenos e excluídos, quer sensibilizar em todos uma resposta generosa, evidentemente pela força transformadora do Evangelho, como nas palavras do santo bispo, Dom Fragoso: “Mulheres e homens crescem quando dão de si mesmos, e não quando estendem as mãos para receber”. Amém!

*Pároco de Santo Afonso e vice-presidente da Previdência Sacerdotal, integra a  Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza - geovanesaraiva@gmail.com
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Pe. Geovane Saraiva na Revista digital mais completa do Brasil

http://domtotal.com/noticia/1176309/2017/08/tesouro-maior/








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segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Um telefonema para o Temeroso!

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A ESPIRITUALIDADE MISSIONÁRIA

ARTIGOS21 DE OUTUBRO DE 2017
congressomissaNos últimos dois milênios, o amor pela missão tem levado um número elevado de missionários e missionárias às regiões fronteiriças pela evangelização.
de Ronaldo Lobo

A palavra ‘Missão’, em si, tem uma atração à parte. Ela aponta a um destino sem fim e desafia os fiéis escondendo a chamada transformação. Um chamado misturado de dramas, desafios, realidades humanas e conceitos eclesiásticos. Os missionários e as missionárias fizeram uma passagem às outras terras, outras culturas, outros povos, periferias sociais e geográficas do mundo. Cativaram tantos pela Boa Nova e foram cativados pelos corações humanos. Sacrificaram as suas vidas longe dos seus familiares, da sua amada pátria, em prol da missão! Hoje, nos parece, tal zelo não existe mais. Os tempos mudaram. Mais ainda, há tentativas recorrentes de minar a contribuição que a religião cristã é chamada a dar para o bem comum da sociedade.

Sagrada Escritura
A missão se encontra em muitos textos bíblicos, mais ainda, a Sagrada Escritura inteira é regada dos ditos e atos da missão divina. Escolhemos um ou outro texto para a nossa reflexão. Podemos nos limitar aos evangelhos e nos encontraremos na missão de Jesus (Mc 1,14ss; Lc 4, 16-30), na missão dos seus discípulos (Mc 6, 6-13; Lc 9,1-6) e mais tarde, na missão da primeira comunidade (Mt 28,19; At 1,6-8; 13,1-3), muitos relatos da missão para refletir.

Documentos como o da V Conferência (Aparecida), Evangelli Gaudium, trazem as instruções importantes e atualizadas a respeito da missão. As Igrejas locais devem acolher com carinho especial o que disse o decreto Ad Gentes e colocá-lo em prática. A evangelização, tarefa primordial que incumbe a todos os cristãos, comporta a missão profética de testemunho das exigências da Palavra de Deus (Documento: Evangelização e missão profética da Igreja). Os bispos apontam aos novos desafios que hoje se colocam diante dessa tarefa - o pluralismo cultural e religioso, a exclusão social persistente no Brasil, as questões éticas decorrentes, corrupção endêmica, a pastoral urbana e um esvaziamento dos fiéis da Igreja.

A espiritualidade missionária
congressomissa6
A missão tem sua fundamentação trinitária. Uma obra conjunta pela salvação da humanidade. O Concílio Vaticano II situou a Missão na sua verdadeira fonte: ela nasce em Deus, é dom de Deus Pai, realizada pelo Verbo Encarnado e conduzida pelo Espírito Santo. É um grande projeto de bondade e misericórdia de Deus. A nossa colaboração missionária consiste apenas em deixarmo-nos envolver por esse dom misericordioso de Deus. A missão é proclamar a Palavra com alegria. O documento Evangelii Gaudium (Alegria do Evangelho) aponta as novas metas para o anúncio de uma Boa Nova ao mundo atual. Para o papa Francisco a ‘Missão’ exige uma transformação de uma Igreja institucionalmente sedentária, prisioneira dos estilos ultrapassados, parada no tempo e enrijecida no decorrer de sua história. Ou seja, a Igreja deve preservar o que deve ser conservado e remover o que não presta mais. Ele propõe novas metas e mudanças radicais (EG 272) e propõe uma Igreja em saída!


A missão é profética. Os missionários e os cristãos têm a grande tarefa de anunciar o Evangelho e denunciar as múltiplas formas de exclusão social, a violência e desigualdade. Ou seja, aquilo que não condiz com os valores do Evangelho. Todo cristão carrega o compromisso de construção de uma sociedade de igualdade, justiça e paz. A missão existe a serviço do Reino e da libertação. É preciso respeitar a liberdade de Deus, já presente na liberdade das pessoas que procuram responder à sua maneira. Mais que destruir muros, o papel do missionário será aprender a ver por cima deles, como Deus vê.

A missão é levar a cabo as atividades pastorais da Igreja. A Igreja cumpre sua missão e se realiza como diz o documento Ad Gentes: “mediante a atividade pela qual, obedecendo ao mandamento de Cristo e movida pela graça e pela caridade do Espírito Santo, ela se torna atual e plenamente presente a todos os homens ou povos para os conduzir à fé, liberdade e paz de Cristo, não só pelo exemplo de vida e pela pregação, mas também, pelos sacramentos e pelos restantes meios da graça (AG 5)”. Somente através do diálogo inter-religioso e intercultural um missionário pode apalpar o outro, o desconhecido, onde a Igreja ainda não chegou, nem Cristo foi anunciado ou compreendido. A permanente dinâmica de dar e receber deve prevalecer. Somente quando você se aproxima, enxerga a beleza do outro, admira o diferente. Devemos ter a mesma reciprocidade com o mundo em que vivemos. O missionário deve facilitar e ajudar nesse diálogo.

A missão é participar no projeto do Reino de Deus. A missão da Igreja insere-se nesse projeto divino, que ultrapassa as fronteiras e atinge as dimensões do Reino, porque o Reino é maior que a Igreja. Deus chegou a todos os povos, as sementes do Reino estão presentes em todas as culturas e religiões. Antes do missionário ter chegado lá, a presença divina já esteve presente. A missão é cuidar da ecologia, a nossa casa comum. Com a encíclica ‘Laudato si’ o tema da ecologia e a responsabilidade de um compromisso para o cuidado da casa comum entrou na agenda da Igreja. Hoje faz parte da missão de todos os cristãos!

Um compromisso para erradicar a miséria e promover a igualdade de acesso para todos os recursos do planeta. O documento alerta para a ‘deterioração do mundo e da qualidade de vida de grande parte da humanidade’ que afeta, de modo especial, ‘os mais frágeis do planeta’.

Alguns anos atrás, numa das suas mensagens, o papa Bento XVI escreveu a seguinte frase: ‘que o Dia Mundial das Missões seja ocasião útil para compreender, sempre melhor, que o testemunho do amor, alma da Missão, diz respeito a todos. De fato, servir o Evangelho não deve ser considerado uma aventura solitária, mas um compromisso compartilhado de todas as comunidades. Ao lado dos que estão na linha de frente nas fronteiras da evangelização – e refiro-me aqui com gratidão aos missionários e às missionárias -, muitos outros, crianças, jovens e adultos, com sua oração e cooperação, contribuem, de várias formas, para a difusão do Reino de Deus na terra. Desejo que esta coparticipação, graças à colaboração de todos, aumente sempre.’ Em poucas palavras o papa traduz o mandato missionário recebido do Evangelho pelos Discípulos: ‘Ide pelo mundo inteiro e anunciai a Boa Nova a toda criatura!’ (Mc 16,15) e traz à tona as reflexões fundamentais do documento Ad Gentes. Os membros da Igreja não são todos chamados a trabalhar em terras estrangeiras, mas todos têm uma parte a desempenhar na grande obra de comunicar luz do Evangelho ao mundo.

Ronaldo Lobo, SVD, é superior dos Verbitas em Curitiba, PR. (artigo publicado na Revista Missões out 17)
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Lawfare: advogados Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Martins

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Fogo consome mais de 35 mil hectares na Chapada dos Veadeiros

 domtotal.com
Focos de incêndio foram causados por ações do homem, pessoas que utilizaram o fogo para o manejo da terra, implantar roça, lixo ou que colocaram propositalmente.
Incêndio começou  dia 17) com dois focos na região do Pouso Alto e se alastrou rapidamente
Incêndio começou  dia 17) com dois focos na região do Pouso Alto e se alastrou rapidamente (Divulgação).

Mais de 35 mil hectares (14,6%) do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros foram consumidos pelo fogo. O incêndio começou a atingir a unidade de conservação na última terça-feira (17), na região do Pouso Alto e nas proximidades do Rio Preto, mas as chamas seguiram descontroladas pela Serra da Boa Vista, Baleia, Lageado, Rio preto, Pouso Alto, entre outros pontos, apresentando danos à fauna, flora e risco para a população que vive no entorno.

Conforme informações oficiais, os focos de incêndio foram causados por ações do homem, pessoas que utilizaram o fogo para o manejo da terra, implantar roça, lixo ou que colocaram propositalmente.

Júlio César Sampaio, coordenador do Programa Cerrado Pantanal do WWF-Brasil, explica que apesar de a seca no Cerrado ser comum, o que se tem percebido nos últimos tempos é que ela tem sido mais severa, fazendo com que o uso do fogo, nessa época do ano, se configure como um grave problema.

“O índice de umidade do ar está muito baixo e o calor intenso, o que serve de combustível para o avanço rápido do fogo, provocando cada vez mais a catástrofe das queimadas nas florestas no Brasil e no mundo, a exemplo do que ocorreu em Portugal e na Área de Proteção Ambiental Cavernas do Peruaçu, que teve uma área de mais de 600 hectares queimadas”, comenta Sampaio.

O fato pode também estar relacionado com as mudanças climáticas. Um estudo sobre o Índice de Vulnerabilidade aos Desastres Naturais relacionados às Secas (IVDNS) no Contexto das Mudanças do Clima produzido pelo WWF-Brasil, o Ministério do Meio Ambiente e o Ministério da Integração evidencia que as secas e estiagens representam a categoria de desastres naturais com maior registro de ocorrências no país, representando cerca de 70% dos municípios atingidos por algum desastre em 2013. Isso significa que 12 milhões de pessoas foram afetadas pela seca nesse ano.

No Cerrado, as projeções de aumento na temperatura até 2040 é de mais de um grau Celsius, com consequências de maior exposição a meses secos e aumento no índice de incêndios.

No entanto, esse cenário futuro, já existe e é real. O mês de setembro, somente no Cerrado foram 41.514 focos de fogo, contra 13.944 no mesmo período do ano anterior, um número quase três vezes maior. Agora em outubro já são 9.374 focos até meados do mês, tendo todo o outubro de 2016 registrado 9.692 focos. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Sampaio destaca que “é fundamental aumentar as ações de adaptação ao clima, promover medidas mais eficientes de fiscalização, investir no manejo do fogo e desenvolver ações de educação ambiental nos próximos anos de maneira a mitigar incêndios e queimadas que podem levar a morte de vidas de animais, árvores e espécies”.

O WWF-Brasil se solidariza a mais de 200 pessoas envolvidas na operação de apagar o fogo da Chapada dos Veadeiros, que está sendo conduzida pela Coordenação de Combate e Prevenção de Incêndios do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), com o apoio de brigadistas do Parque Nacional do Itatiaia (RJ), do Grupo Ambiental do Torto (GAT), da Estação Ecológica da Serra Geral (TO), bombeiros de Goiás e do Distrito Federal, além de três helicópteros e quatro aviões.

WWF-Brasi
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Lula lidera pesquisa entre católicos e entre evangélicos

Postado em 23 de outubro de 2017 às 9:09 am
Lula é a cara do Brasil
A pesquisa divulgada pelo Datafolha revela que Lula tem a preferência do eleitor seja católico ou evangélico. Entre os católicos, Lula tem 40% das intenções de voto. Entre os evangélicos, 32%.

O segundo colocado é Jair Bolsonaro, que tem 21% da preferência do eleitorado evangélico, contra 17% de Marina Silva.

Que Lula vence em todas religiões, já se sabia, mas o que a pesquisa indica é que os líderes não têm tanto poder para indicar votos como votos como se imaginava.

Segundo a pesquisa, apenas 19% disseram que votariam em candidato indicado pelas lideranças.

Entre evangélicos pentecostais (Assembleia de Deus, por exemplo) e neopentecostais (Universal do Reino de Deus, por exemplo), o índice é maior: 31% no caso destes e 26% no caso daqueles.

Nas eleições proporcionais (deputados), esse índice faz a diferença, e elege candidatos — Eduardo Cunha, por exemplo, faz campanha nas igrejas evangélicas.

Na eleição majoritária (governador, presidente), não elege candidatos. Entretanto, tem um poder que a pesquisa não mostra, o de veto.

“Ela não consegue indicar em quem o fiel deve votar, mas é bem sucedida na indicação do nome em quem o fiel não deve votar”, disse um experiente deputado evangélico.

Esta é a razão pela qual os candidatos em geral evitam temas espinhosos que possam afastar o eleitor evangélico, como aborto, ideologia de gênero, casamento homoafetivo e outras pautas progressistas.

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Não precisamos de testosterona

domtotal.com
É hora de humanismo, poesia, solidariedade pois responder com ferro aqueles que nos ferem é a pior das estratégias.
Precisamos é justamente o contrário da testosterona.
Precisamos é justamente o contrário da testosterona. (Divulgação)
Por Ricardo Soares*

Cada país tem o Napoleão de hospício que merece. No Brasil um dos mais "notáveis" é um político ex vários cargos e nenhuma importância em nenhum deles. Oportunista e fanfarrão sempre se notabilizou por suas incontinências verbais, pela incoerência política - já se filiou a "trocentos" partidos -  por sua truculência e deseducação que ele confunde com "sinceridade".

Esse sujeito sempre se comportou como uma espécie de arauto da testosterona e agora lamenta que tenha sido mal interpretado quando usou o termo numa entrevista a um jornalão. Ora, seu sujeito, quem com ferro fere com ferro será ferido não é? Você não primou sempre por "falar o que pensa" conforme a conveniência e agora quer ser bem interpretado?

Se cito em uma crônica de segunda-feira esse sujeito desqualificado não é para dar mais cartaz às suas idiotices mas sim para afirmar que precisamos é justamente o contrário da testosterona. Precisamos de paz, reflexão, estratégias em comum e não belicosas para sair desse xeque (quase mate) em que as forças canalhas da nação nos encurralaram. Não precisamos de picaretas oportunistas que ateiem gasolina ao fogo passional das paixões políticas. É hora de humanismo, poesia, solidariedade pois responder com ferro aqueles que nos ferem é a pior das estratégias. Assim sendo espero que  esse eterno "candidato presidencial  testosterona" não alce vôos mais altos e ele siga empacado nos ridículos índices de intenção de votos que sempre teve. De tudo que não precisamos é de um Napoleão de hospício na presidência. E que ele saiba usar sua testosterona no lugar certo e não na sua língua turbinada por tantas asneiras.

*Ricardo Soares é diretor de tv, jornalista, roteirista e escritor. Publicou 8 livros e dirigiu 12 documentários. Escreve às segundas e quintas no DOM TOTAL.
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Pe. Geovane Saraiva

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