sexta-feira, 1 de junho de 2018

Pe. Geovane Saraiva na Revista digital mais completa do Brasil






quinta-feira, 31 de maio de 2018

De Capistrano a Canindé, lindo caminho

Fotos: Padre Geovane Saraiva (16/01/2018)
Viagem: Canindé a Capistrano (Mazagão), passando por Aratuba (CE 065 - Serra do Baturité). Fotografias nas ladeiras de Canindé a Aratuba e de Aratuba a Capistrano (Pai João), com os amigos Jardel Silveira e Francisco de Assis Silveira. Pelos lugares belíssimos, Deus seja louvado! 



















terça-feira, 29 de maio de 2018

Mistério da Santíssima Trindade

Padre Geovane Saraiva*

No mistério da Santíssima Trindade, encontra-se o eixo central da fé e da vida cristã, na revelação de Deus como Pai, Filho e Espírito Santo. Nosso Senhor Jesus Cristo foi quem nos revelou tão excelso mistério, falando-nos do Pai, do Espírito Santo e d’Ele próprio. Longe de pensar numa verdade produzida pela Igreja, mas revelação do Filho, compreendendo-a como inesgotável mistério de amor, verdade revelada por Deus. Tomemos a simplicidade de uma criança, ao interpelar Santo Agostinho, enquanto meditava sobre o mistério da Santíssima Trindade: “Eu te digo, é mais fácil colocar toda a água do oceano neste pequeno poço na areia do que a inteligência humana compreender os mistérios de Deus”.

Resultado de imagem para imagem da santissima trindadeA história da humanidade se divide em duas partes: antes de Cristo e depois de Cristo.  Na encarnação do Verbo, temos o fim de uma era e o começo de uma nova, com a humanidade peregrinando na história, na qual, nos nossos dias, somos chamados a contemplar Jesus na montanha sagrada, no seu encontro com o Pai, dizendo-nos que devemos ir ao mundo, mas no sentido de transformá-lo. É que Deus nos fala por meio da história e nos chama à conversão, que quer de nós o anúncio da salvação.

Que Deus nos dê um pouco da alma grande e elevada de Santo Agostinho, quando desejarmos encontrar explicações plausíveis sobre o mistério da Santíssima Trindade; nós que fomos batizados em nome da Trindade Santa. Reconheçamos, pois, Deus como Senhor da vida, Pai da criação e de todos. Jesus, o Emanuel, o Deus conosco, assegura-nos, como seus seguidores, sua presença em nosso meio, fundamentada nas suas palavras, dirigidas à Igreja na pessoa dos doze: “Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio” (Jo 20, 21).

Por Jesus de Nazaré, Deus Pai realiza o sonho da pessoa humana radicalmente livre, restaurando a comunhão, dando-lhe resposta e sentido à vida, convencendo-a de que no seu mistério de amor a criatura humana é chamada a um permanente e estreito diálogo, pelo anúncio da esperança e do perdão, na busca da verdade e da paz. Voltados ao mistério da Santíssima Trindade, pelo nosso modo de viver, identificado com Jesus de Nazaré, na alegria e na confiança de que sua palavra é eterna: “Eis que eu estarei convosco todos os dias, até o fim do mundo”. Assim seja!

 *Padre, Jornalista, Colunista e Pároco de Santo Afonso, Parquelândia, Fortaleza-CE. Da Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza geovanesaraiva@gmail.com

sexta-feira, 25 de maio de 2018

DOCUMENTO DO VATICANO SOBRE ECONOMIA É UMA ACUSAÇÃO SÉRIA

A autêntica libertação deve sempre se desenvolver dentro de princípios éticos, e não tentando afixar a ética como um adendo.
Em 1881, a Wharton School of Business foi inaugurada na Universidade da Pensilvânia. Foi a primeira escola de administração universitária dos Estados Unidos, e a data de sua fundação marca um ponto alto na evolução da economia a partir de um assunto que foi estudado durante séculos como parte da teologia moral para uma disciplina distinta própria.

Ou um ponto baixo – naquilo que agora parece ser uma involução. Desvinculado dos sujeitos humanos cujas vidas, decisões e valores são o que constituem a atividade econômica, o moderno estudo da economia tornou-se um monstro de Frankenstein acadêmico e político, coagindo seus súditos com suas leis fingidas, desumanizando a vida comunitária e política, deixando vidas humanas pelo caminho como danos colaterais.


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O novo documento da Congregação para a Doutrina da Fé e do Dicastério para a Promoção do Desenvolvimento Humano Integral sobre as finanças modernas, intitulado Oeconomicae pecuniariae quaestiones (“Considerações para um discernimento ético sobre alguns aspectos do atual sistema econômico-financeiro”) não menciona a Wharton, mas denuncia nos termos mais diretos jamais vistos da Santa Sé a ideia de que a economia é uma ciência não diferente da biologia, uma ciência cujas leis são tão naturais quanto os ventos, que os valores humanos e religiosos podem tentar comentar, mas não podem alegar que moldam, e ainda menos que ditam, os resultados econômicos que são o mero cumprimento das leis de ferro. Chegamos a acreditar que a economia, assim como a gravidade, simplesmente é: a demanda impulsiona a oferta assim como a maçã cai no chão.


Não é assim, dizem os autores. “A reta orientação da razão não pode, portanto, faltar em cada setor do agir humano. Isso significa que nenhum espaço no qual o homem age pode legitimamente pretender de ser estranho, ou de permanecer impermeável, a uma ética fundada na liberdade, na verdade, na justiça e na solidariedade”, afirma o documento.

“Isso vale também para aqueles âmbitos nos quais vigoram as leis da política e da economia: ‘Pensando no bem comum, hoje precisamos imperiosamente que a política e a economia, em diálogo, se coloquem decididamente a serviço da vida, especialmente da vida humana’.” A citação anterior do texto é da Laudato si’, sobre o cuidado da casa comum.

Longe de a economia ter sido liberada do olho inquisitorial da religião, o documento insiste que a autêntica libertação deve sempre se desenvolver dentro de princípios éticos, e não tentando afixar a ética como um adendo. “Exatamente para libertar cada âmbito do agir humano daquela desordem moral que frequentemente o aflige, a Igreja reconhece entre as suas atividades primárias também aquela de recordar a todos, com humilde certeza, alguns claros princípios éticos”, afirma o documento.

E a ética necessária não é a ética hiperindividualista e adoradora do mercado do libertarianismo. O texto não apenas pede especificamente a regulação do mercado, mas, ao falar sobre o colapso financeiro de 2008 e sobre o potencial de ter aprendido algumas lições éticas a partir dele, mas também afirma: “Antes, parece às vezes retornar ao auge um egoísmo míope e limitado a curto prazo que, prescindindo do bem comum, exclui do seus horizontes a preocupação não só de criar, mas também de distribuir a riqueza e de eliminar as desigualdades, hoje tão evidentes”.

As questões não são meramente éticas: são antropológicas. “Nesse sentido, a nossa época revelou as limitações de uma visão individualista do homem, entendido prevalentemente como consumidor, cuja vantagem consistiria antes de tudo numa otimização dos seus ganhos pecuniários”, afirma o documento.

“Todavia, a pessoa humana possui peculiarmente uma índole relacional e uma racionalidade em perene busca de um ganho e de um bem-estar que sejam integrais, não reduzíveis a uma lógica de consumo ou aos aspectos econômicos da vida.”

E em seguida: “Tal antropologia relacional ajuda o homem também a reconhecer a validade de estratégias econômicas que buscam primeiramente a qualidade global de vida, antes ainda que o aumento indiscriminado de ganhos, que procuram um bem-estar que quer ser sempre integral, de todo o homem e de todos os homens. Nenhum ganho é realmente legítimo quando diminui o horizonte da promoção integral da pessoa humana, da destinação universal dos bens e da opção preferencial pelos pobres”.

A visão da Congregação para a Doutrina da Fé e do Dicastério para a Promoção do Desenvolvimento Humano Integral não é a visão comum fora dos círculos católicos, e não o é há algum tempo. “A economia tornou-se completamente livre das amarras da ‘teologia natural’, assim como a geologia em relação às restrições da religião revelada”, proclamou Francis Walker em 1888, no terceiro encontro anual da American Economic Association (citado por Elizabeth Hinson-Hasty em seu livro The Problem of Wealth: A Christian Response to a Culture of Affluence [O problema da riqueza: uma resposta cristã a uma cultura da afluência]). Quem quer aturar embaraços? Como a “religião revelada” deve ter parecido démodé para aqueles primeiros exploradores do admirável mundo novo da análise econômica!

Eu suspeito há muito tempo das afirmações das Ciências Sociais como sendo ciência. Sim, a análise estatística é valiosa e nos impede de confundir uma anedota com a realidade. Sim, apesar de toda a comoção em torno do casamento real, algumas tradições realmente precisavam ser abandonadas, e novas intuições precisavam ser exploradas.

Mas, quase um século antes de Walker celebrar a remoção das restrições religiosas da investigação acadêmica, Thomas Malthus escreveu “Ensaio sobre o princípio da população” e focou o estudo nascente da “economia política” naquele que ele considerava como o problema da escassez. Ainda estamos vivendo com o feio darwinismo social e, de fato, com o pensamento eugenista que Malthus iniciou. Seus escritos foram uma fonte envenenada da qual fluíram muitas correntes doentias. Sua influência sobre o futuro da economia foi profunda e, de fato, nós, nos Estados Unidos, vivemos em um momento em que a política de escassez é usada para justificar cortes orçamentários desumanos em programas que ajudam os necessitados.

Nos Estados Unidos, nós também vivemos em um momento em que a direita política permanece organizada fundamentalmente em torno de uma crença ingênua de que os mercados primitivos e desregulados produzem os melhores resultados. O Congresso Republicano não conseguiu muito, mas aprovou um enorme corte de impostos, e o governo está desregulamentando setores inteiros da economia o mais rápido que pode.

O documento econômico do Vaticano, ao contrário, insiste que “é também evidente que aquele potente impulsionador da economia que são os mercados não é capaz de se regular por si mesmo. De fato, estes não sabem nem produzir aqueles pressupostos que consentem seu desenvolvimento regular (coesão social, honestidade, confiança, segurança, leis...), nem corrigir aqueles efeitos e aquelas externalidades que resultam prejudiciais à sociedade humana (desigualdade, assimetrias, degradação ambiental, insegurança social, fraudes...)”.

A pobreza intelectual, moral e cultural do mundo da sombria ciência de inspiração mathusiana alcança seu ápice no mundo das altas finanças, e aqui o documento realmente profere uma acusação quase à la Isaías:

“A intenção especulativa, particularmente no âmbito econômico-financeiro, arrisca hoje de suplantar todas as outras intenções importantes que integram a substância da liberdade humana. Este fato está deteriorando o imenso patrimônio de valores que funda a nossa sociedade civil como lugar de pacífica convivência, de encontro, de solidariedade, de regenerante reciprocidade e de responsabilidade em vista do bem comum. Nesse contesto, palavras como ‘eficiência’, ‘competição’, ‘liderança’, ‘mérito’ tendem a ocupar todo o espaço da nossa cultura civil, assumindo um significado que termina por empobrecer a qualidade das trocas, reduzida a meros coeficientes numéricos.”

Não vejo a hora de ver o que nossos amigos do Acton Institute e da Tim and Steph Busch School of Economics da Catholic University of America farão com essa declaração e, de fato, com todo o documento!

Como se espera de um documento da Congregação para a Doutrina da Fé, o texto frequentemente menciona a verdade, e tenho certeza de que os apologistas das ideias econômicas libertárias insistirão que suas visões apenas indicam uma verdade científica. Como responder? Uma analogia ajudará.

Na semana passada, houve uma controvérsia depois que uma assessora da Casa Branca, Kelly Sadler, disse em uma reunião que eles não deveriam se preocupar muito com a oposição do senador John McCain à nomeação de Gina Haspel para liderar a CIA, porque “ele está morrendo de qualquer jeito”. Tecnicamente, o que Sadler disse é verdade, mas não exaustivo. Também foi moralmente obsceno. Mutatis mutandi, essa é a resposta para quaisquer objeções a esse documento levantadas pelos altos sacerdotes da “ciência” econômica.

Como esse documento vem em parte da Congregação para a Doutrina da Fé, não há mais como se esconder por trás do falso argumento da direita de que algumas questões, como o aborto ou o casamento entre pessoas do mesmo sexo, envolvem uma doutrina irreformável, enquanto os assuntos econômicos são material de julgamento prudencial, e todos nós podemos pensar muito bem no que queremos. Não. As questões econômicas envolvem doutrinas muito centrais da fé também.

O documento não foge de preocupações específicas, mesmo distinguindo entre tipos de derivativos em um ponto! Mas vou deixar essas especificidades para aqueles que têm experiência no âmbito financeiro. O que é significativo para os nossos propósitos é como a visão da vida econômica apresentada nesse documento é imensamente diferente da realidade vivida na vida econômica dos Estados Unidos. Isso vai muito além das bizarrices do Occupy Wall Street: trata-se de uma acusação séria e intelectualmente grave, não de um discurso bombástico.

A separação da economia em uma disciplina distinta foi, em retrospectiva, uma catástrofe, semelhante a passar por cima das Cataratas do Niágara: pode ser emocionante no começo, mas os resultados não foram o exemplo de raciocínio que se prometia. Não pela primeira vez, nem pela última, em nome da emancipação da mente humana, seguiu-se uma escravidão autoinfligida. E não pela primeira vez, nem pela última, é a Igreja que aponta o caminho para uma genuína emancipação humana.

Cunhada De Temer Debocha Do Povo Brasileiro

 SAIBA!
Por Redação Click Política  Em 25 maio, 2018

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Em meio à maior crise de abastecimento vivida pelo Brasil, causada pela greve dos caminhoneiros, em protestos contra a política de reajuste de preços dos combustíveis de Michel Temer e Pedro Parente, a irmã de Marcela Temer, Fernanda Tedeschi, debochou dos brasileiros nesta sexta-feira, 25.

Em vídeo publicado em sua página no Instagram, Fernanda Tedeschi, mostra um marcador de combustível de carro com o tanque cheio. O vídeo, publicado no stories do Instagram de Fernanda, está legendado pela mensagem: “Ostentação”.

A irmã de Marcela Temer não chegou a usar a rede social para informar ao público onde conseguiu abastecer o carro que aparece na gravação.

Em sua declaração, Temer afirmou que autorizou que as Forças Armadas fossem usadas contra a greve dos caminhoneiros e no controle da crise que já afeta todo o País.

Leia também:

Temer autoriza uso de forças federais para desbloquear rodovias

Agência Brasil – O governo federal autorizou o uso de forças federais de segurança para liberar as rodovias bloqueadas pelos caminhoneiros caso as estradas não sejam liberadas pelo movimento. O anúncio foi feito há pouco pelo presidente Michel Temer, em pronunciamento no Palácio do Planalto. A decisão foi tomada após reunião no Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que contou com a participação de ministros e do presidente.

“Quero anunciar um plano de segurança imeadiato para acionar as forças federais de segurança para desbloquear as estradas e estou solicitando aos governadores que façam o mesmo. Não vamos permitir que a população fique sem os gêneros de primeira necessidade, que os hospitais fiquem sem insumos para salvar vidas e crianças fiquem sem escolas. Quem bloqueia estradas de maneira radical será responsabilizado. O governo tem, como tem sempre, a coragem de dialogar; agora terá coragem de usar sua autoridade em defesa do povo brasileiro.”

Ontem (24), os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Eduardo Guardia (Fazenda) e Carlos Marun (Secretaria de Governo) anunciaram acordo para suspensão dos protestos da categoria por 15 dias. Depois disso, as partes voltarão a se reunir.

Hoje (25), no entanto, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que ainda não registra desmobilização de pontos de manifestação de caminhoneiros nas rodovias do país.

Em seu pronunciamento, Temer disse que uma “minoria radical” está impedindo que muitos caminhoneiros cumpram o acordo e voltem a transportar mercadorias. O presidente enfatizou que o governo atendeu às principais demandas da categoria. “O acordo está assinado e cumpri-lo é naturalmente a melhor alternativa. O governo espera e confia que cada caminhoneiro cumpra seu papel.”

O ministro Eliseu Padilha disse, também nesta sexta-feira, que o governo confia no cumprimento do acordo firmado ontem com as lideranças do movimento.

A decisão de suspender a paralisação não foi unânime. Das 11 entidades do setor de transporte, em sua maioria caminhoneiros, que participaram do encontro, duas delas, a União Nacional dos Caminhoneiros (Unicam) e a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), que representa 700 mil trabalhadores, recusaram a proposta.

Hoje a associação divulgou nota na qual afirma que, ao contrário de outras entidades, “que se dizem representantes da categoria, a Abcam, não trairá os caminhoneiros”. “Continuaremos firmes com pedido inicial: isenção da alíquota PIS/Cofins sobre o diesel, publicada no Diário Oficial da União”, diz o texto.

Redação Click Política

URGENTE: Policiais Rodoviários Federais anunciam apoio à greve dos caminhoneiros

25 de Maio de 2018 por esmael


O Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Estado do Paraná (SINPRF-PR), por meio de nota oficial, anunciou apoio “ao legítimo movimento” desencadeado por caminhoneiros contra os sucessivos e abusivos aumentos de preço dos combustíveis.


“A política de reajustes constantes dos combustíveis, ao passo que prejudica milhões de brasileiros, garante ao mercado econômico lucros crescentes, subvertendo completamente a ordem e o dever do Estado: de garantir equidade e justiça ao seu povo”, diz um trecho do documento.

Leia a íntegra da nota do SINPRF-PR:

O Sindicato dos Policiais Rodoviários Federais no Estado do Paraná (SINPRF/PR) vem expressar seu apoio ao legítimo movimento desencadeado por caminhoneiros contra os sucessivos e abusivos aumentos de preço dos combustíveis.

O SINPRF/PR, por meio desta nota, se solidariza não apenas com os caminhoneiros, mas com cada brasileiro e brasileira que mais uma vez assume uma injusta fatura da corrupção e da má gestão da coisa pública.

Os caminhoneiros e a população brasileira em geral não podem continuar a ser sobrecarregados com a conta do rombo bilionário que a maior empresa estatal do país sofreu nas mãos de maus gestores e de corruptos.

A política de reajustes constantes dos combustíveis, ao passo que prejudica milhões de brasileiros, garante ao mercado econômico lucros crescentes, subvertendo completamente a ordem e o dever do Estado: de garantir equidade e justiça ao seu povo.

O Sindicato ressalta, ainda, todos os esforços realizados diariamente pelos policiais rodoviários federais, de norte a sul do país, com destaque especial aos PRFs paranaenses, para assegurar a livre manifestação, buscando o amplo respeito às garantias e segurança dos manifestantes e dos demais usuários da rodovia.

Por fim, conclamamos a população brasileira a apoiar as mobilizações pacíficas dos caminhoneiros, que estão defendendo os interesses de cada cidadão brasileiro ao denunciar tamanha injustiça.

Aprovação De Lula Cresce E Rejeição De Moro Dispara Mais Ainda, Diz IPSOS

Por Redação Click Política  Em 25 maio, 2018

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, multidão e atividades ao ar livre

Golpe está na lama. Pesquisa mensal Barômetro Político Estadão-Ipsos mostra que Lula é o candidato mais aprovado (45% contra 42% na anterior) e menos reprovado (52% contra 54% na anterior) dentre aqueles com mais intenções de voto para as eleições. Temer tem 92% de desaprovação; Alckmin, 69%; Ciro, 65%; Rodrigo Maia, 64%; Meirelles e Marina, 61%; Bolsonaro, 60%; desaprovação a Moro não para de subir e ele já tem 50% de rejeição; jornal, que sempre deu a pesquisa com destaque, agora esconde os resultados, por favorecerem Lula.

Desde junho de 2017, quando a taxa de desaprovação a Lula estava em 68%, ela cai sem cessar. Movimento inverso ao de Temer, que tinha 59% de desaprovação em outubro de 2016 e desde então é mais desaprovado a cada mês. Outubro de 2016 marcou a menor desaprovação a Alckmin também, 49% -ele chegou a ter 75% de índice negativo em setembro de 2017, caiu e vê sua rejeição crescer desde janeiro. Não é mera coincidência que a menor desaprovação de ambos tenha ocorrido na esteira do golpe de agosto de 2016, quando a rejeição a Dilma e ao PT chegou ao auge depois de uma campanha sem precedentes da imprensa conservadora e da mobilização da classe média.

Bolsonaro teve a menor taxa de desaprovação na primeira rodada de pesquisas, em outubro de 2015, 27%. Oscilou e, desde abril de 2017, quando estava em 48% de rejeição, assistiu a um crescimento consistente da desaprovação, até os 60% de agora.

Sérgio Moro, que a cada dia comporta-se mais como parlamentar e menos como juiz, tem uma curva de desaprovação crescente. Em maio de 2016, dezembro de 2016 e janeiro e maio de 2017 teve as menores taxas de rejeição (22%). Nos últimos 12 meses, sua desaprovação mais que dobrou. Chegou a 53% em dezembro de 2017 e agora está em 50% -um dos indicadores mais precisos da divisão do país.

Redação Click Política

Pe. Geovane Saraiva na Revista digital mais completa do Brasil

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