"Quem me dera ser leal, discreto e silencioso como minha sombra" (Dom Helder Câmara).

sábado, 30 de dezembro de 2017

Calendário paroquial 2017 – Paróquia de Santo Afonso (Fortaleza – Ceará)

 Os principais eventos da Paróquia de Santo Afonso Maria de Ligório, em Fortaleza – Ceará, organizados pelos movimentos e pastorais  para o ano de 2017.

















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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Livro: Rezar com Dom Helder

Pe. Geovane Saraiva lançou seu novo livro,  na Comunidade da Cruz Missionária,
 após a missa do setor 7,  no dia de seu aniversário, 30/10/2015,
Parquelândia - Fortaleza - CE.
A lavra literária do pároco de Santo Afonso, na sua nona  obra.
Nosso novo livro já se encontra na Paróquia Santo Afonso, 
Avenida Jovita Feitosa, 2733 - Cep. 60455-410, 
telefone (85) 32238785 - Parquelândia, Fortaleza - CE.
 Nosso muito obrigado e forte abraço!


Pe. Geovane Saraiva com Dom Helder, na Catedral de Brasília,
 em julho de 1980, aguardando o Papa João Paulo II.


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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Pe. Geovane Saraiva na Revista digital mais completa do Brasil









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sexta-feira, 23 de junho de 2017

João Batista, o glorioso

Padre Geovane Saraiva*
Lembrado como uma pessoa que viveu com muita seriedade e com muito rigor, na austeridade e na penitência, João Batista é defensor da verdade e da justiça, prometendo tempos bons e o futuro tão esperado pela humanidade. Figura humana, ungida e santa, segundo o Livro Sagrado, é aquele que, ainda no seio materno, exultou com o Salvador da humanidade que estava para chegar. Seu nascimento trouxe grande alegria, não só pela esterilidade de seu pai, Zacarias, que se transformou em fecundidade, e o homem mudo passou a ser um profeta corajoso e exuberante (cf. Lc 1, 57s), mas como sinal e farol da realização das promessas redentoras, com tempos novos e messiânicos. O maior entre os nascidos de mulher ensine-nos, indignados, o valor do que é essencial à fé, diante do clamor por justiça e paz, dos empobrecidos de toda a terra.

 O maior entre os nascidos de mulher ensine-nos, indignados, o valor do
que é essencial à fé, diante do clamor por justiça e paz.
João Batista preparou o povo para o início da missão pública de Jesus, dizendo, com todas as letras, que ele mesmo caminharia à frente do Cristo Jesus, anunciando que os sinais dos tempos chegariam e as promessas anunciadas por Zacarias estavam para se realizar. O seu vibrante convite foi o de acordar o povo do sono, muitas vezes profundo, para reconhecer o Salvador como o Sol que veio nos visitar; que temos que colocar na mente e no coração o nascimento do precursor, indicando-nos o caminho da solidariedade e da justiça, rumo à Cidade Santa, que é obra de Deus e das pessoas de boa vontade que aceitam o Seu projeto por João Batista anunciado.

O nascimento do maior de todos os profetas quer mostrar ao nosso mundo que não podemos nos cansar de dizer que a salvação chegou para todos e que a proclamação da verdade e da justiça indica tempos novos para a humanidade e assegura-lhe aquele futuro tão esperado. O filho do sacerdote Zacarias e de Isabel é também conhecido como aquele que mostrou o Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado mundo. Ele, grandioso aos olhos de Deus, não exerceu função sacerdotal, a exemplo de seu pai Zacarias, mas se tornou conhecido de todos por suas pregações e por seu convite à penitência, no bom desempenho das funções que Deus lhe confiou, anunciando um batismo de penitência para o perdão dos pecados.

Inspirados na figura de São João Batista, que possamos olhar o mundo, conscientes das marcas de profundas desigualdades sociais e econômicas, sem esquecer a dor e o gemido da realidade ecológica. Seu grande trunfo consistiu no anúncio da vinda do Salvador da humanidade. Sua vocação profética, desde o ventre materno, reveste-se de algo extraordinário, repleta de júbilo messiânico, ao preparar um ambiente favorável ao nascimento do Salvador da humanidade. Vida misteriosa, de tão bela, excelsa e maravilhosa, não podemos jamais esquecer o precursor. Numa jubilosa gratidão ao nosso Deus infinitamente bom, estejamos alegremente pasmados, pelo nascimento do glorioso São João Batista.

*Pároco de Santo Afonso, Jornalista, Vice-Presidente da Previdência Sacerdotal, integra a  Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza - geovanesaraiva@gmail.com
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Inácio de Loyola: a atualidade de um santo em filme

domtotal.com
Ator que interpreta Inácio de Loyola fala de sua experiência na pele do fundador dos jesuítas: "Creio que a conversão é algo que está ao alcance de qualquer mortal".
A produtora filipina JESCOM, da Companhia de Jesus, é a responsável pela realização do filme que narra a história de seu fundador.
A produtora filipina JESCOM, da Companhia de Jesus, é a responsável pela realização do
 filme que narra a história de seu fundador. (Reprodução/ JESCOM).

O filme “Ignacio de Loyola”, sobre o fundador dos Jesuítas, estreio sexta-feira passada em 100 salas de cinema em 44 cidades da Espanha e tem sido aguardado desde seu lançamento em 2016 em terras brasileiras. Trata-se de um biopic (filme de caráter biográfico) do fundador da Companhia de Jesus, a quem o ator espanhol Andreas Muñoz dá vida. Depois de interpretar o santo espanhol, ele se sente uma pessoa melhor e assegura que "o filme é atual" e que as pessoas gostarão.

Produzido pela Fundação de Comunicações dos Jesuítas das Filipinas (JESCOM), é o primeiro filme do diretor filipino Paolo Dy. Rodado principalmente em Navarra, o longa tem como centro a conversão de Íñigo do Loyola, de cavaleiro e bon vivant a seguidor de Jesus.

Andreas tinha nove anos quando começou na profissão e já trabalhou tanto com cinema como com teatro. Começou com o "Espinazo del diablo" de Guillermo del Toro e participou em muitos filmes de cinema espanhol e internacional, na Itália, na Argentina, nos Estados Unidos e no Reino Unido. Agora encarna o fundador dos Jesuítas.

Segue abaixo a entrevista concedida pelo ator ao site Religion Digital.

Fala um pouco do filme, Andreas.

Trata-se de um biopic da história real de Íñigo de Loyola. É um drama histórico que começa em 1521, em Pamplona, e chega a Manresa, passando por Montserrat, acompanhando o personagem em um momento fundamental da sua vida.

O filme começa com a derrota da batalha de Pamplona, onde Inácio, soldado de Navarra, comanda um exército de 300 homens contra 12.000 franceses. Acaba sendo ferido gravemente e fica acamado durante alguns meses. O descanso forçado propicia a leitura de livros sobre os santos e a vida de Jesus. Estas leituras fazem com que sua vida dê uma virada repentina, fazendo com que Inácio inicie seu caminho como peregrino, sua aprendizagem como ser humano e a doação de sua vida aos outros.

O seu legado peremanece hoje: a Companhia de Jesus, ordem à qual também pertence Francisco, o primeiro papa jesuíta.

Que relação se percebe entre Íñigo de Loyola e o Papa Francisco? Que relação mostra o filme?

Francisco é Jesuíta e o fundador de sua ordem é Inácio de Loyola. A relação é direta.

Como se mostra esta relação? Em que você acredita que se percebe mais a identidade jesuíta do papa?

O que aprendi dos jesuítas é que eles sempre são pessoas abertas para escutar e que, sobretudo, respeitam muito o próximo.

Você achou muito difícil entrar na pele de Íñigo de Loyola?

Ele é um personagem complexo. Sua psicologia também. Começando pelo fato de ser o mais novo de treze irmãos e, ao nascer, sua mãe morre. O pai nunca o perdoou por isso.

Pertenceu a uma família nobre. Seus irmãos eram brilhantes como militares e como religiosos. Isso o fez sonhar em ser uma lenda como militar e herói nacional. Seu caráter é muito perfeccionista, vaidoso e é um líder nato, características que fazem dele uma pessoa bastante egocêntrica.

O passo desta personalidade completamente egocêntrica até chegar à fase de peregrino, despojar-se de roupas nobres e dar sua vida pelos outros é algo que acho admirável e que o divide praticamente em dois personagens muito diferentes, com a complexidade que supõe na hora de interpretar o papel.

O que mais te chama à atenção, então, é sua conversão?

Exatamente. A conversão que experimenta: de nobre, inclusive galanteador, vai até à doação de sua vida aos outros e a Deus. Chega mesmo a mendigar comida para ajudar aos mais pobres.

Em sua opinião, esse tipo de conversões é possível hoje? Às vezes, esse "cair do cavalo" como aconteceu a São Paulo, Santo Agostinho ou até o mesmo a Santo Inácio nos parecem impossíveis, fora do alcance dos humanos comuns.

Penso que está ao alcance de qualquer ser humano.

Passar de pecador a santo, imagino, custará muito, será um processo longo.

Sim, é um processo longo, mas não impossível, se você está disposto a isto. Vemos ocorrer em pessoas que se lamentam de coisas que fizeram no passado e que passaram a se dedicar pelos outros, a dar suas vidas por eles.

Quando se sentiu mais à vontade, interpretando o Íñigo pecador ou interpretando o Íñigo convertido, peregrino e santo?

Eles são dois papeis completamente diferentes e ambos muito ricos. Como ator, quanto mais cor e mais matizes apresenta um personagem, mais atraente resulta. Portanto, foram muito diferentes de interpretar, mas de uma imensa riqueza.

Qual você achou mais difícil?

Fisicamente o primeiro, espiritualmente o segundo.

Fisicamente o primeiro, por que?

Porque ele era um soldado e é necessário ser muito treinado para isto. Eu tive que trabalhar muito para chegar nesse grau militar.

Você teve que aprender a administrar as armas, eu imagino.

Eu fui formado em esgrima e sabre durante dois anos e sabia montar cavalo, mas são exercícios que você tem que praticar diariamente. Estive duas semanas antes treinando nas Canárias com meu bom amigo Gonzalo Hernández, especialista em cinema. Foi um trabalho intenso; do amanhecer até a noite com espada e cavalo.

Depois, para a fase peregrina, só tive que dar a mão a Inácio de Loyola e me deixar levar, porque já tinha o personagem bem amarrado. Falei tanto sobre ele e o estudei tanto que cheguei a interiorizá-lo.

Nesta segunda fase do filme, você achou difícil o momento de oração, o como rezar?

Durante a filmagem, quando tinha um momento de descanso (porque eram dias muito longos), eu comecei a rezar para entrar no contexto, entrar bem no papel e fazer uma introspecção.

Pode se afirmar então que você também se converteu de alguma maneira?

A coisa certa é que me dei completamente a este personagem.

Por que um biopic de origem filipina? Como surgiu todo isto?

Esta pergunta é mais para a produção filipina. Mas, o que eu sei é que os filipinos estavam muito interessados, porque lá a figura de Santo Inácio de Loyola é grande. Sobretudo, porque a Universidade El Ateneu, uma das mais notáveis, tem como fundador Inácio de Loyola.

O filme tinha sido filmado em 1949 na Espanha, com atores espanhóis também, e foi rodado em preto e branco. Eles perceberam que havia um buraco com uma grande história. Eles ousaram, escreveram o roteiro, começaram a produzir e vieram filmar na Espanha.

A filmagem se fez inteiramente na Espanha?

Praticamente.

Em que localidades?

Em Navarra, Aragão e Guipúzcoa, principalmente. Começamos em Loyola, na casa atual de Loyola, onde filmamos à noite porque durante o dia é um museu. Depois fomos para Artajona, onde rodamos a batalha de Pamplona.

Também filmamos em Sos del Rey Catolico e em Zugarramurdi nas cavernas onde foi filmado a cena mais importante do filme. E,finalmente, fomos para o Mosteiro do Olive e nos Pireneus.

Vai ser projetada em salas comerciais?

Sim. De fato estamos recebendo numerosas propostas de salas. Agora mesmo há entre 80 e 90 cinemas interessados.

Você acredita que vai pegar, que vai ser um sucesso?

Estou completamente convencido, porque é uma história muito atual. As pessoas se conectarão com ela desde o primeiro minuto.

Você acredita que representar Santo Inácio o fez um pouco melhor ou você já era assim?

Não, eu acredito que não fui uma pessoa ruim até agora. Mas sim, é verdade que os personagens sempre ensinam coisas novas. Neste caso, principalmente, ter mais paciência.

Por último, você gostaria de apresentar o filme ao Papa?

Já estivemos no Vaticano. Fizemos uma projeção na sala de cinema que eles têm e que, também, é a sala que mandou construir o papa João Paulo II. Projetamos o filme no ano passado, em 2016.

O papa estava na projeção?

Nesta não estava, mas posso dizer que é a história do seu fundador. Deixo isso para você.

Você gostaria de apresentar o filme pessoalmente ao papa?

Claro que sim.

E sem dúvida você fará isto, verdade?

Definitivamente.


Religión Digital

Tradução: Ramón Lara.
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Papa Santa Marta: fazer-se pequeno para ouvir a voz do Senhor

2017-06-23 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) - Para ouvir a voz do Senhor, é preciso se fazer pequeno. Foi o que o Papa Francisco recordou na homilia da missa da manhã na Casa Santa Marta, celebrando o Sagrado Coração de Jesus.

O Senhor nos escolheu, ele se “misturou conosco no caminho da vida” e nos deu “Seu Filho, e a vida de Seu Filho, por amor nosso”. Referindo-se a primeira leitura de hoje tirado do Deuteronômio, onde Moisés diz que Deus nos escolheu para sermos seu povo entre todos os povos da terra, Francisco explica como se louva a Deus porque “no coração de Jesus dá-nos a graça de celebrar com alegria os grandes mistérios da nossa salvação, de Seu amor por nós”, celebrando, isto é “a nossa fé”. Em particular, o Papa se detém sobre duas palavras contidas no texto: escolher e pequenez. Em relação à primeira, disse ele, não fomos nós a “escolhê-Lo”, mas é Deus que se fez “nosso prisioneiro”:

“Ele se prendeu à nossa vida, não pode se distanciar”. Jogou forte! Ele permanece fiel nessa atitude. Fomos escolhidos por amor e esta é a nossa identidade. 'Eu escolhi esta religião, eu escolhi ...' Não, você não escolheu. É Ele que escolheu você, chamou você e se prendeu. E esta é a nossa fé. Se não acreditamos nisso, não entendemos a mensagem de Cristo, não entendemos o Evangelho”.

Para a segunda palavra, pequenez, recorda como Moisés especifique que o Senhor escolheu o povo de Israel, porque é “o menor de todos os povos”:

“Ele se apaixonou pela nossa pequenez e por isso ele nos escolheu. E ele escolhe os pequenos: não os grandes, os pequenos. E Ele se revela aos pequenos: ‘Escondestes essas coisas aos grandes e poderosos e as revelastes aos pequeninos!’ Ele se revela aos pequenos: se você quer entender algo do mistério de Jesus, abaixe-se: faça-se pequeno. Reconheça que você não é nada. E não só escolhe e se revela aos pequenos, mas chama os pequenos: 'Vinde a mim, todos vós que estais cansados e sobrecarregados: Eu vos aliviarei'. Vós que sois os mais pequenos - pelos sofrimentos, cansaço ... Ele escolhe os pequenos, se revela aos pequenos e chama os pequenos. Mas os grande Ele não os chama? O Seu coração está aberto, mas a voz os grande não conseguem ouvi-la porque eles estão cheios de si mesmos. Para ouvir a voz de Deus, é preciso se fazer pequeno”.

Assim, então, se chega ao mistério do coração de Cristo, que não é - como "alguém diz", recorda Francisco- uma "imagem pequena" para os devotos: o coração traspassado de Cristo é “o coração da revelação, o coração da nossa fé, porque ele se fez pequeno, ele escolheu este caminho”. O de humilhar-se e aniquilar-se "até a morte" na cruz: é - disse o Papa – “uma escolha para a pequenez, para que a glória de Deus possa se manifestar”. Do corpo de Cristo traspassado pela lança do soldado "saiu sangue e água", recorda Francisco, e "este é o mistério de Cristo", na celebração de hoje, de um "coração que ama, que escolhe, que é fiel" e "se une a nós, se revela aos pequenos, chama os pequenos, e se faz pequeno”:

“Cremos em Deus, sim; sim, também em Jesus, sim ... 'Jesus é Deus?' - 'Sim'. Mas o mistério é este. Esta é a manifestação, esta é a glória de Deus. Fidelidade ao escolher, no prender-se e pequenez também por si mesmo: tornar-se pequeno, aniquilar-se. O problema da fé é o núcleo da nossa vida: podemos ser muito, muito virtuosos, mas sem ou pouca fé; devemos começar a partir daqui, a partir do mistério de Jesus Cristo que nos salvou com a sua fidelidade”.

A oração final é para que o Senhor nos conceda a graça de celebrar no coração de Jesus Cristo, “os grandes gestos, as grandes obras de salvação, as grandes obras de redenção”. (SP)

(from Vatican Radio)
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Incêndios: Cáritas Portuguesa convoca sociedade civil para debater prevenção

Agência Ecclesia 22 de Junho de 2017, às 16:04        Foto: Lusa
Foto: Lusa
Organização católica empenhada no realojamento de quem perdeu a sua casa

Lisboa, 22 jun 2017 (Ecclesia) - O presidente da Cáritas Portuguesa quer manter a atenção da sociedade sobre o problema dos incêndios e anunciou hoje a realização de um colóquio sobre o tema, em julho.

“É preciso perceber que corresponsabilidade é que todos temos na prevenção destas situações”, disse Eugénio Fonseca, em entrevista ao Programa ECCLESIA (RTP2).

A iniciativa vai retomar a nota pastoral ‘Cuidar da casa comum – prevenir e evitar os incêndios’, divulgada pela Conferência Episcopal Portuguesa em abril.

No documento, os bispos católicos denunciam o “flagelo” dos incêndios e pediu a toda a sociedade que se mobilize para contrariar uma “chaga” de “proporções quase incontroláveis”.

A Cáritas Portuguesa vai ainda promover um encontro com as suas congéneres de territórios que “foram recentemente alvo de tragédias” em várias zonas da Europa, como a Itália, para trocar experiências e formas de atuação, sobretudo em zonas desertificadas, como é o caso das que foram atingidas pelo incêndio que este sábado deflagrou em Pedrógão Grande.

Eugénio Fonseca sublinhou que a instituição católica está comprometida fase “mais decisiva”, a do realojamento, que visa “respeitar a dignidade das pessoas” atingidas pela tragédia.

O projeto inclui a ideia de “apadrinhamento da construção das casas ou das empresas que a Cáritas vier a assumir”, com o apoio de várias personalidades públicas, procurando que estas sejam “fator de mobilização” solidária.

“O importante é que as casas sejam devolvidas às pessoas, o mais depressa possível, e os postos de trabalho”, sublinha o presidente da Cáritas Portuguesa.

O responsável admite  que estes processos são “morosos”, num território muito extenso que vai ser necessário “reordenar”.

“O financiamento não vai ser difícil, o que vai ser difícil é limpar todos os terrenos, depois perceber onde ficam localizadas as casas, porque as pessoas vão querer certamente regressar ao seu espaço anterior, e desenharam-se projetos”, precisa.

Para Eugénio Fonseca, as pessoas que perderam a sua casa “devem ser envolvidas” no processo, privilegiando-se também “construtores da zona”.

A prioridade vai para situações “de maior carência, vulnerabilidade”, contando com a participação das câmaras municipais, nomeadamente na elaboração de projetos e licenciamentos, das seguradoras dos imóveis, caso existam, e os donativos recolhidos pela Cáritas.

Neste momento prossegue, no terreno, o “levantamento de necessidades”, que têm sido respondidas com a ajuda da “solidariedade extraordinária dos portugueses”.

“Tragédias com estas proporções são dramáticas”, sublinha Eugénio Fonseca.

A primeira resposta passou pela recolha de vestuário, com “toneladas de donativos”, entrega de colchões e por assegurar a alimentação dos animais que sobreviveram.

“Nos incêndios de 2016 estivemos, durante muito tempo, a sustentar 25 mil cabeças de gado com a ajuda dos portugueses e vamos também acionar já esse mecanismo”, referiu o presidente da Cáritas.

Para este responsável, é fundamental manter a atenção pelos “legítimos interesses das pessoas” assim que acabar a fase de maior “mediatismo”.

Eugénio Fonseca defende também a necessidade de mostrar aos portugueses o que foi feito com o dinheiro dos seus donativos.

Os incêndios que atingiram as populações de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos e outras zonas de Portugal Continental levaram a Cáritas Portuguesa a avançar com a abertura de uma conta solidária para apoiar todas as vítimas dos incêndios.

A conta 'Cáritas com Portugal abraça vítimas dos incêndios' tem o número 0001 200000 730 e o IBAN PT50 0035 0001 00200000 730 54, na Caixa Geral de Depósitos.

A Cáritas Portuguesa, com a ajuda de seis Cáritas diocesanas, conseguiu recolher uma “verba própria” no montante de 450 mil euros.

PR/OC
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As 12 Promessas do Sagrado Coração de Jesus

  Aleteia Brasil | Jun 22, 2017
CC
Meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências do Seu Divino Amor sobre os que Lhe tributarem essa divina honra

A devoção ao Sagrado Coração de Jesus é evocada em dois significativos episódios do Evangelho:

o gesto de São João, discípulo amado, que encosta a cabeça em Jesus durante a Última Ceia (cf. Jo 13,23);
o momento em que o soldado abre com uma lança o lado de Jesus crucificado (cf. Jo 19,34).
No primeiro acontecimento, vemos o consolo de Cristo na véspera da Sua morte.

No outro, o sofrimento causado pelos pecados da humanidade.

Esses dois relatos do Evangelho nos preparam para o apelo que Jesus fez em 1675 a Santa Margarida Maria Alacoque:

“Eis este Coração que tanto tem amado os homens. Não recebo da maior parte senão ingratidões, desprezos, ultrajes, sacrilégios e indiferenças. Eis que te peço que a primeira sexta-feira depois da oitava do Santíssimo Sacramento (Corpus Christi) seja dedicada a uma festa especial para honrar o Meu Coração, comungando, neste dia, e dando-lhe a devida reparação por meio de um ato de desagravo para reparar as indignidades que recebeu durante o tempo em que esteve exposto sobre os altares. Eu te prometo que o Meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências do Seu Divino Amor sobre os que Lhe tributarem essa divina honra e procurarem que ela Lhe seja prestada”.
Em sua aparição a Santa Margarida Maria Alacoque, Jesus fez 12 promessas do Seu Sagrado Coração.

São elas:

1ª Promessa: “A minha bênção permanecerá sobre as casas em que se achar exposta e venerada a imagem de Meu Sagrado Coração”;

2ª Promessa: “Eu darei aos devotos do Meu Coração todas as graças necessárias ao seu estado”;

3ª Promessa: “Estabelecerei e conservarei a paz em suas famílias”;

4ª Promessa: “Eu os consolarei em todas as suas aflições”;

5ª Promessa: “Serei refúgio seguro na sua vida e, principalmente, na hora da sua morte”;

6ª Promessa: “Lançarei bênçãos abundantes sobre os seus trabalhos e empreendimentos”;

7ª Promessa: “Os pecadores encontrarão, no meu Coração, fonte inesgotável de misericórdia”;

8ª Promessa: “As almas tíbias se tornarão fervorosas pela prática dessa devoção”;

9ª Promessa: “As almas fervorosas subirão, em pouco tempo, a uma alta perfeição”;

10ª Promessa: “Darei aos sacerdotes que praticarem especialmente essa devoção o poder de tocar os corações mais endurecidos”;

11ª Promessa: “As pessoas que propagarem esta devoção terão o seu nome inscrito para sempre no Meu Coração”;

E a grande Promessa:

12ª Promessa: “A todos os que comungarem nas primeiras sextas-feiras de nove meses consecutivos, Eu darei a graça da perseverança final e da salvação eterna”.
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Padre Geovane Saraiva: Carmelo Santa Teresinha - Fortaleza CE, na solenidade do Sagrado Coração de Jesus - 23/06/2017.

Jesus, manso e humilde de coração, fazei o nosso coração, semelhante ao Vosso.
A devoção ao Sagrado Coração de Jesus leva-nos à contemplação de Jesus Cristo que nos ensina pela palavra e pelo testemunho, a lição de compaixão e de misericórdia. Seu Coração estava em sintonia com o sofrimento do povo sofredor, com predileção pelos marginalizados, enfermos, aflitos e pecadores.
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Igreja convida os fiéis a se consagrar ao Sagrado Coração de Jesus

Vitral Sagrado Coração de Jesus. Foto: Wikipedia Nheyob (CC-BY-SA-3.0


REDAÇÃO CENTRAL, 23 Jun. 17 / 08:00 am (ACI).- Ao celebrar hoje o Sagrado Coração de Jesus, a Igreja vive uma antiga devoção, que considera o coração de Cristo como modelo de amor, paciente e misericordioso pelos pecados dos homens. 

A festividade foi instituída em 1856 pelo Papa Pio IX, quando já estava expandida por diversas localidades.

Em 1670, São João Eudes introduziu a primeira festa pública do Sagrado Coração. Três anos mais tarde, Santa Margarida Maria de Alacoque começou a ter uma série de revelações que a levaram à santidade e ao impulso de formar uma equipe de apóstolos desta devoção. Com seu zelo conseguiram um enorme impacto na Igreja.

Ainda hoje, o Apostolado da Oração ao Sagrado Coração de Jesus zela por essa devoção e a propaga pelo mundo inteiro.

Para marcar este dia, a ACI Digital selecionou duas orações ao Sagrado Coração de Jesus, respondendo ao convite da Igreja de recordar devotamente esta data.

Oração de Consagração:


Entrego-me e consagro ao Sagrado Coração de Nosso Senhor Jesus Cristo, minha pessoa e vida, ações, dores e sofrimentos para que utilize meu corpo somente para honrar, amar e glorificar ao Sagrado Coração.

Este é meu propósito definitivo, único, ser todo d'Ele, e fazer tudo por amor a Ele, e ao mesmo tempo renunciar com todo meu coração qualquer coisa que não lhe compraz, além de tomar-te, Ó Sagrado Coração, para que sejas ele o único objeto de meu amor, o guardião de minha vida, meu seguro de salvação, o remédio para minhas fraquezas e inconstância, a solução aos erros de minha vida e meu refúgio seguro à hora da morte.

Seja, Ó Coração de Bondade, meu intercessor ante Deus Pai, e livra-me de sua sabia ira. Ó Coração de amor, ponho toda minha confiança em Ti, temo minhas fraquezas e falhas, mas tenho esperança em Tua Divindade e Bondade.

Tira de mim tudo o que está mal e tudo o que provoque que não faça Tua santa vontade, permite a Teu amor puro a que se imprima no mais profundo de meu coração, para que eu não me esqueça nem me separe de Ti.

Que eu obtenha de Tua amada bondade a graça de Ter meu nome escrito em Teu coração, para depositar em Ti toda minha felicidade e glória, viver e morrer em Tua bondade. Amém.

Texto de Santa Margarida Maria Alacoque

Oferecimento:

Meu dulcíssimo Jesus, que em Vossa infinita e dulcíssima misericórdia prometestes a graça da perseverança final aos que comungarem em honra de Vosso Sagrado Coração as nove primeiras sextas feiras do mês seguidos: recordai a Vossa promessa, e a mim, indigno servo Vosso, que acabo de receber-Vos sacramentado com este fim e intenção, concede-me que morra detestando todos os meus pecados, esperando em vossa inefável misericórdia e amando a bondade de vosso amantíssimo Coração. Amém.

Coração de Jesus, casa de Deus e porta do céu, tende piedade de nós.

Pai nosso...

Coração de Jesus, rico em todos os que vos invocam, tende piedade de nós.

Pai nosso...

Coração de Jesus, esperança dos que morrem em Vós, tende piedade de nós.

Pai nosso...

R: Amém
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Pe. Geovane Saraiva

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